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Inspirações

InspiraçõesUm conjunto de textos e ditos sobre Manu, Ao Sabor do Vento, a arte do clown, a comédia, o humor e a existência. Autores que desta forma contribuem e inspiram Manuel Amarelo e integram este maravilhoso universo.

 

Um dia sem riso é um dia desperdiçado.
Charlie Chaplin

 

Eu suponho que essa é uma das ironias da vida, fazer a coisa errada no momento certo.
Charlie Chaplin

 

Ao rir-se de mim, a audiência ri-se realmente dela própria , e aperceber-se que o fez dá-lhes uma espécie de novo fôlego espiritual para voltarem ás batalhas da vida.
Emmett Kelly

 

A música e o silêncio combinam fortemente porque a música é feita com silêncio e o silêncio é repleto de música.
Marcel Marceau

 

Se por acaso algum dia em que não te sintas tão bem, te lembrares de alguma coisa idiota que eu disse ou fiz, e isso te devolver um sorriso á face ou um riso sorrateiro ao coração, então o meu propósito como palhaço foi cumprido.
Red Skelton

 

Sou louco e sei disso. Mas enquanto os fizer rir, eles não hão-de fechar-me á chave.
Red Skelton

 

O artista é o meio termo entre as suas fantasias e o resto do mundo.
Federico Fellini

 

Ao Sabor do Vento é, pois, um espectáculo que termina como começa: Era uma vez um clown… que ficará para sempre no nosso coração.
Nuno Firmino

 

Palavras ao vento

Existem corpos que falam,
como se de um nariz avermelhado se rasgasse uma palavra de criança,
cuja ingenuidade,
fosse atravessada por ramos retorcidos,
onde as árvores podem nascer
e com elas o vento.
E se ao acaso a lágrima se solta
e o balão é uma estrela,
uma lua,
um astro
onde o olhar se perde de vista,
é porque no saco retalhado todo o nó é profundo
e toda a voz é um gesto.
Queira esse homem cantar o orvalho enquanto viaja,
metamorfosear os pássaros,
a terra
e as flores,
embalar docemente o ruído
e apropriar-se do tempo.

Sebastião Maresia

 

 

“Após bastante reflexão sobre a aplicação de um nariz, cheguei á conclusão que para tamanha exposição como é o caso de Manu, eu necessitaria de tamanha máscara, para alem disso, é também um tributo aos primórdios do hobo clown.
Manu nasceu num monte, um monte onde todos os seres participaram com o seu maravilhoso acolhimento, para todos eles vai a minha dedicatória em “Ao Sabor do Vento”. No entanto, tal como o vento, em próximas criações, Manu aparecerá em outros locais completamente diferentes, fisicamente distante do seu espaço materno, próprio do caminhante.”
Manuel Amarelo